Religião, Liberdade e Constituição

Depois que a mídia fez seu espetáculo, agora vem a voz (áudio abaixo 1:33-2:08) dos que pensam e sabem bem o que de fato está ocorrendo neste país. Não querem apenas tirar o direito de opinião, também querem acabar com a liberdade do cidadão, e para além disto, querem também privar os que tem fé e os que confessam qualquer religião monoteísta de sua cidadania. Isto é, Católicos, Evangélicos e Judeus, que somando são mais de 70% da população que são contra o aborto, liberação de drogas ilícitas e etc. A constituição deste país dar legitimidade de cidadão aos brasileiros sejam de qualquer classe social, DE CRENÇAS, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais. Ou seja; todos podem ser funcionários públicos, podem ser deputados, podem presidir a Comissão de Direitos Humanos – CDHM. Só para lembrar: este direito de todo brasileiro não estar garantido pela Bíblia, nem pelo Alcorão e tão pouco pela Torá, mas pela CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 (ART. 5º – VIII).

VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei…

A liberdade é o maior bem simbólico que um homem pode ter, se lhe for tirada é tirada um dos pilares da democracia. Em uma sociedade na qual o cidadão não seja livre para pensar, falar e se posicionar de forma autônoma, é ditadura, é Cuba, é Coreia do Norte, é parecido com a Venezuela, e o Brasil-Povo tem que melhorar seu voto.

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Deliberações: 38 | Graça

A graça de Deus é escândalo, loucura e ilógico. Mas também é o perdão, a redenção e a Salvação.

“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.” (Rm 1.16)

A vida cristã é norteada pela graça de Deus, desde o arrependimento o cristão não se locomove, não sem ela. Quando olha para si ver toda a imundícia do pecado ao passo de orar, crer e ser santo. Graciosa paz que excede todo entendimento, de tamanho tal, que passou todos os séculos e todo esforço humano em desviar seu caminho de Deus não pôde esgotá-la. Diante dela discípulos ainda pedem: aumenta nossa fé; perdoar assim mina a força e o entendimento do homem. No discurso de Cristo Jesus não há favorecimento, não dar privilégios e nenhuma ascensão, e mesmo assim há quem fique, pois não tem mais para onde ir, nem outra razão de viver; não depois de ouvir palavras de vida eterna e graça. Fica por graça, por graça é santo, e na graça está a salvo, além do decaído e limitado entendimento humano enclausurado no lógico. Escândalo, loucura, chame-a como queira, na prática é a graça, o amor e o perdão de Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador.

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Deliberações: 37 | Arrogante e Prepotente

O descaso com o próximo é o resultado de um coração que não se sujeita à Deus

“Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte…” (1Pe 5.6)

O senso do errado passa longe da arrogância e prepotência, são características de quem em hipótese alguma admite seus erros e faltas. É comum o arrogante atribuir a outro a razão de estar no erro, assim fez Adão: “… A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi.” (Gn 3.12). O prepotente mesmo que flagrado e denunciado, ignora, empina o nariz, anda em tom de triunfo e diz corporalmente: “eu simplesmente não erro”, confira na voz de Caim: “… Não sei; acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gn 4.9). Infelizmente tal infantilidade encontra espaço na vida de cristãos que estão desconectados com a Bíblia. Pedro errou na dissimulação, Paulo o denunciou: “… disse a Cefas, na presença de todos: se, sendo tu judeu, vives como gentio e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gl 2.11-21). Pedro teve que admitir publicamente na assembleia de Jerusalém, que de fato os irmãos gentios não tinham obrigação com a lei mosaica: “E não estabeleceu distinção alguma entre nós e eles, purificando-lhes pela fé o coração. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós?” (At 15.9-10). Tiago em sua epístola já nos advertiu que na vida cristã é preciso sim confissão mútua dos pecados entre os irmãos na fé: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tg 5.16). Tomando emprestada a mensagem original do Evangelho: “arrependei-vos e crede no evangelho.” (Mc 1.15). Fica claro que se a vida cristã inicia em uma atitude de fraqueza e humildade, com certeza ela não procede sem tais virtudes. O arrependimento não termina, ele é contínuo, o primeiro é por reconhecimento de Jesus Cristo como Filho de Deus, Salvador e Senhor; e os demais são por colocar toda vida submetida a Ele, a Deus e ao Espírito Santo.

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Deliberações: 36 | Juventude

Muitos erros, pouquíssimos acertos, início da prudência, instrução e sensatez – Juventude.

“O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.” (Provérbio 1.7)

Das muitas habilidades que um jovem tem a principal é errar. Erra pela sua inexperiência e pela falta de contenção, neste século ele é por indução, produto de um sistema (capitalismo). Ansioso e imediatista; mal sonha, já quer realizar. Na sua ingenuidade acredita que pode tudo, imagina ser um revolucionário, tudo quer inovar e solucionar todos os problemas do mundo. Qualquer ideologia o atinge, aponto da sua ser um sincretismo de todas, muda de idéia semana após semana como quem troca de roupa. A paciência é inimiga, esperar é para ele “a pedra no sapato”, um não é uma ofensa, uma crítica: uma declaração pública de guerra. Isso passa, geralmente após os vinte e poucos anos, sendo que para alguns leva mais algum tempo. Não é atoa que Salomão já no começo do livro de Provérbios comenta que seus escritos são também para dar aos jovens, prudência, conhecimento e juízo [Pv 1.4]. O início da formação da identidade é com certeza na juventude, o que se faz nela delimita em muito o caráter, os valores e o sentido a ser tomado para o resto da vida. É um verdadeiro desafio diante das tentações juvenis, permanecer com os olhos em Cristo Jesus, que quer de nós fiel obediência, tal disposição é surreal sem o auxílio do Espírito Santo e a força que ele dar [Gl 5.16]. Salomão depois de ter vivido e experimentado a vida testemunhou que para começar a ser sábio, antes de qualquer ciência e conhecimento secular é preciso temer a Deus e guardar seus mandamentos [Ec 12.13]. Mesmo sendo cenário de muitos erros e pouquíssimos acertos, o que é natural, a juventude pode ser também um bom começo, para uma pessoa prudente, instruída e sensata, segundo Salomão [Pv 1.4]. Isto se colocar como objetivo principal, e não é exagero dizer; único! Temer a Deus e lhe obedecer.

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Deliberações: 35 | Reputação

Só políticos temem má reputação

“A justiça do íntegro endireita o seu caminho, mas pela sua impiedade cai o perverso.” (Provérbios 11:5)

Um homem segundo o coração de Deus adultera? Dissimula? Assassina? Tenta “enganar” Deus e o seu profeta? A resposta já sabemos; é sim. Davi rei de Israel tomando “providências” para garantir sua reputação pública, arquitetou, e levou a cabo, planos para silenciar a verdade sobre seus atos, e manter uma imagem de homem bom, justo, fiel… É sempre assim, seja em qualquer tempo da história, aqueles que lidam com negócios públicos lutam por reputação, eles precisam transparecer clareza, honestidade, verdade, seriedade e uma vida exemplar, mesmo que fingidamente. Na vida política não há reputação pública sem a hipocrisia. Davi entrou neste abismo, que o levo a outro (adultério) e a outro (assassinato) e a outro (tapar o sol com peneira). Natã o profeta, foi mandado por Deus para lembrar a Davi: Davi, Deus você não engana! (2 Sm 12.1-7) Davi não estava no trono de rei por causa do voto democrático do povo, como acontece em um Estado democrático moderno, e ele não apresentou um projeto extraordinário de gestão para governar Israel. Não, ele foi escolhido por Deus longe dos palanques, ainda jovem quando pastorava as ovelhas de seu pai. Ele foi achado por Deus, e recebeu o testemunho do próprio Deus de ser “um homem que me agrada” (1 Sm 13.14). Sua coragem, sua sinceridade, seu comprometimento com o Deus de Israel, que só Deus conhecia foi o motivo da sua eleição teocrática. A pesar de assumir o reinado, Davi não era um político, como esses dos dias atuais, Deus o escolheu para ser rei justamente por isso. Queria um homem justo, fiel e temente a Ele no trono. Davi começou bem, mas por um momento se deixou ser levado pelo comportamento hipócrita, isto é, o oposto de tudo aquilo que ele era, fez o que fez, e tentou encobrir. Na vida cristã se nos preocuparmos com a reputação que temos com as pessoas, seremos verdadeiros hipócritas de carteirinha. A vida que temos agora em Cristo, é uma vida de arrependimento e conversão sem fim até o Senhor Jesus Cristo resolver nos tirar da terra ou nos arrebatar. Não somos políticos para encobrirmos nossos erros, pecados, faltas e embaraços. Eles devem ser todos confessados e abandonados. O menor desvio deve ser consertado, antes que nos leve à viver na hipocrisia pelo medo da má reputação.

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